SIMPLICANDO: COMO INVESTIR NA BOLSA DE VALORES

A sociedade brasileira sempre teve uma cultura vil de investimento. Isso não só no mercado de ações, mas na própria vida pessoal. E, com a grande crise que vem enfrentando o a previdência pública é importante começar a se programar e fazer o seu “pé de meia”. O número de contribuintes na previdência social não está conseguindo suprir o numero de aposentados, e isso tende a piorar. Logo, investir enquanto pode é necessidade!

No entanto, para entrar no mercado é preciso saber como investir na bolsa de valores.

Primeiramente, tire da mente aquela ideia de filme americano de que para investir no mercado de ações você terá que comprar um terno e ficar em uma sala junto com outros investidores  onde vai ficar alguém fazendo um pregão com os valores das ações para compra/venda e será necessário correr para comprar ou vende-las de acordo com o momento oportuno. Sim, de fato existem os lugares físicos da bolsa, sendo a mais famosa a Bolsa de Nova York. Mas, você consegue fazer isso de maneira online. Sim, não é preciso sair da sua casa no Acre e ir para São Paulo a fim de conseguir investir na BM&FBOVESPA, por exemplo. Existem plataformas online que te proporcionam o conforto e segurança necessários para adquirir ações .

Outro paradigma que precisa ser quebrado é o montante necessário para investir. Você não precisa receber a herança daquele seu tio-avô rico que mora na Inglaterra para conseguir investir. Até mesmo com R$ 200,00 você consegue ingressar no mercado e obter retorno financeiro. Claro, com o conhecimento necessário que veremos a seguir.

ENTENDA O QUE PARA QUE SERVE A BOLSA DE VALORES

Também é necessário entender qual a importância e como funciona a bolsa de valores. Você não pode, simplesmente, ter uma ideia geral do que é o mercado que pretende ingressar se quiser obter retorno, do mesmo modo que você não pode começar a trabalhar em uma multinacional sem saber o seu setor, o que essa empresa faz no mercado, caso queira se destacar na empresa.

A bolsa de valores, conforme já visto, serve para negociar valores financeiros. As ações são cotas que são disponíveis para que nós, pessoas comuns, possamos compra-las. Ou seja, compramos uma “parte” da empresa e isso gerará direitos e benefícios que se alteram de acordo com o tipo e classe da ação adquirida.

A importância da bolsa está justamente aí: permitir investimento econômico. Aplicando o seu dinheiro na empresa X, você está ajudando a economia do país e por consequência ajudando a gerar empregos e até mesmo a melhorar a empresa de que agora é sócio.

SUPERADO ISSO, VALE A PENA INVESTIR NA BOLSA?

Esse receio é o mais comum de quem quer começar a investir e a resposta é depende. É necessário ter as ferramentas e conhecimento necessário para ser um investidor de sucesso, além de dedicação e estar sempre, sempre em alerta para os anseios do mercado e necessidades relevantes da sociedade em geral.

A dúvida principal de quem quer aposentar a CTPS é se o mais viável é comprar ações de empresas já existentes ou iniciar um novo negócio, criar uma nova empresa. Na escolha desta última, é necessário estar ciente da alta carga tributária imposta pelo Brasil a quem quer iniciar um negócio, mesmo sendo um empreendedor de pequeno porte ou microempreendedor. Além disso, a mão de obra acaba saindo duas vezes mais caras, tendo em vista as regras trabalhistas vigentes.

Investir na poupança também é uma saída que muitos acabam optando, mas também não é a mais viável. As taxas de rendimento são tão baixas quanto as taxas da conta vinculada do FGTS e acabam não acompanhando a inflação. Resultado: é extremamente improvável que esse seu capital dobre, muito menos triplique.

A grande desculpa da maioria para não investir no mercado de ações é o risco de perder tudo. Mas ora, sujeito a riscos todos estão. Se você quer começar seu próprio negócio, corre o risco de falir. Se você quer investir no negócio do seu cunhado, corre o risco de que ele também possa falir. Se você é empregado celetista, corre o risco de ser demitido a qualquer momento e, recentemente vimos que, mesmo você sendo um funcionário público detentor de estabilidade, ainda assim está sujeito a riscos.

“O grande risco é não assumir nenhum risco. Em um mundo em que mudanças estão ocorrendo rapidamente, a única estratégia que terá garantia de fracasso é a de não correr riscos.”

Marck Zuckerberg

Correr riscos é algo que faz parte da vida de todos, mas pode ter certeza que, tendo conhecimento sobre o mercado e sabendo diferenciar as ações e os setores mais lucrativos, com certeza o retorno investindo na bolsa de valores será imensamente maior!

Cirurgia Refrativa: procedimentos, impedimentos e recuperação.

A Cirurgia Refrativa vem se tornando o meio mais eficiente para corrigir lesões oculares, tendo em vista a sua facilidade e grande grau de sucesso.

O que é e qual a finalidade da cirurgia refrativa?

A cirurgia refrativa é o mais moderno procedimento utilizado para corrigir erros de refração (sugestivamente, daí vem a origem de seu nome).

Os erros de refração (ou, simplesmente, erros refrativos) são problemas que ocasionam o impedimento da chegada da luz de forma nítida à retina, ocasionando a má formação da imagem.

Esses erros são ocasionados por disfunções no tamanho do globo ocular ou irregularidades na córnea, sendo os vícios mais comuns a Miopia, Astigmatismo, Hipermetropia e Presbiopia.

A principal finalidade da cirurgia é reduzir ou, até mesmo, eliminar a necessidade de lentes e óculos de grau.

Como é feita?

Existem várias técnicas disponíveis para a realização da cirurgia refrativa. Logo, como será feita dependerá de qual técnica será utilizada.

É importante ressaltar que a cirurgia refrativa é indolor, pois antes de sua realização o paciente recebe gotas de um colírio anestésico capaz de eliminar a dor durante a operação. Dentre as técnicas disponíveis para a sua realização, as mais comuns e utilizadas são:

  1. Ceratectomia Fotorrefrativa (PRK): Antes de aplicar o laser, é feita uma espécie de raspagem para remover o epitélio da córnea (tecido corneano externo) a fim de que o laser seja aplicado diretamente sobre o tecido corneano superficial.

O pós-operatório é um pouco desconfortável, tendo em vista que o epitélio estará se cicatrizando e cobrindo novamente a área tratada.

Para isso, o paciente recebe uma espécie de “lente terapêutica” que será removida de 2 a 5 dias após a cirurgia. É comum ter a visão embaçada em um período de até 15 dias após a realização do procedimento. Caso permaneça após esse prazo, é importante consultar um oftalmologista.

  1. Laser Assisted In Situ Keratomileusis (LASIK): Diferentemente da técnica acima, esta aplica o laser diretamente em uma camada interna. Para que consiga realizar essa aplicação, é realizado um pequeno e delicado corte na superfície da córnea, onde levantam uma fina camada. Depois de feita essa abertura, o laser é aplicado, ou seja, diretamente na parte interna e então essa camada é reposicionada. Apesar de parecer um procedimento complicado, essa técnica não precisa de pontos e a melhora da visão ocorre de forma mais rápida (normalmente em até 24 horas).
  2. Cirurgia Refrativa Personalizada (ou customizada): Como o próprio nome diz, a cirurgia será personalizada para cada olho, a fim de corrigir todas as imperfeições nele encontradas.

Através de um exame realizado pelo oftalmologista (o nome próprio do exame é aberrometria), são identificadas as imperfeições da córnea para, então, personalizar a cirurgia para atender as necessidades especiais daquele paciente.

A diferença principal entre esse e os procedimentos anteriores é que a cirurgia refrativa personalizada elimina pequenas imperfeições na superfície da córnea.

Quais as vantagens da cirurgia refrativa?

É fato incontroverso que o uso do laser para corrigir os erros de refração faz com que a cirurgia ocorra de forma mais rápida e com altíssimo grau de precisão na correção de tais vícios.

Além disso, não há necessidade de que seja feitos pontos, sendo a recuperação mais rápida. O procedimento também é simples, gera mais conforto e não há a necessidade de usar curativos e a duração da sua realização é rápida.

Entretanto, é indispensável a consulta com o médico oftalmologista para a realização de um exame completo, onde será verificado se a sua córnea permite ou não a aplicação do laser. Ele quem indicará se você está apto para ser submetido ao procedimento.

Os profissionais não indicam a realização do procedimento a gestantes, lactantes, menores de 21 anos e para portadores de doenças oculares (infecções, Ceratocone, etc.). Para identificar essa última classe, são realizados exames pré-operatórios preventivos a fim de verificar a presença de tais disfunções.

Dúvidas Comuns

Quando nos submetemos a algo novo, principalmente quando se trata de procedimentos médicos, medos e dúvidas são comuns. É necessário compreender que a cirurgia refrativa é um procedimento simples, realizado com a ajuda de alta tecnologia e que gera um enorme grau de segurança ao paciente.

Uma das maiores dúvidas é: “e se eu piscar durante a cirurgia?”. Não se preocupe, para evitar que isso ocorra é usado um aparelho chamado blefarostato. O aparelho é colocado entre as pálpebras do paciente, impedindo o fechamento dos olhos.

Além disso, o aparelho usado para aplicar o laser é de altíssima tecnologia e, caso o paciente movimente o globo ocular, ele detecta em alta velocidade e acompanha esse movimento. Claro, todo o procedimento é realizado com acompanhamento e supervisão do profissional.

A cirurgia refrativa é tão simples que não é necessária internação, tem duração de, em média, 15 minutos por olho e o paciente tem alta no mesmo dia.

Logo, a preocupação é compreensível, porém, desnecessária.

Conclusão

Se você vem sentindo um constante desconformo nos olhos, ausência de nitidez nas imagens (ou seja, visão embaçada) e/ou dor de cabeça constante, especialmente quando está lendo, é bem possível que haja algum erro refrativo. Nesses casos, é indispensável a consulta com um profissional oftalmologista a fim de diagnosticar qual (ou quais) dos vícios de refração está presente e, se necessário, iniciar os procedimentos pré-operatórios a fim de realizar a cirurgia refrativa.

Porém, quem se sujeitará à cirurgia é preciso estar ciente que não é uma técnica milagrosa, que eliminará os problemas de visão para o resto da sua vida. É verdade que as chances do erro refrativo retornar são mínimas (praticamente inexistentes). Porém, após os 40 anos é normal que o cristalino (lente natural dos olhos, situada atrás da íris e principal responsável pelo que vemos) acabe ficando opaco, desgastado, causando o que conhecemos por catarata.

Também é necessário que após a cirurgia, para ter uma recuperação mais rápida e eficaz, o paciente siga as recomendações do médico que na maioria das vezes são: usar óculos escuros quando o sol estiver forte e evitar praias, piscinas, saunas e atividades esportivas, tendo em vista o grau de risco ao realizar essas atividades.

Além disso, nunca se automedique. Qualquer alteração ou dúvida sempre consulte um profissional da área.